Curitiba inaugura o 1º Museu de Arte Indígena no dia 18 de novembro
Explorando os sentidos do olfato, visão e audição dos visitantes, o Museu conta com mais de 700m² de exposição
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| Museu de Arte Indígena vai ser inaugurado em novembro e fica localizado na Avenida Água Verde, 1413, no bairro Água Verde |
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| Índios, indígenas Luiz Gustavo Leme |
O 1º Museu de Arte Indígena (MAI) será inaugurado no dia 18 de novembro em Curitiba. Com a proposta de uma imersão no universo indígena brasileiro, o museu conta com mais de 700m² de exposição e com um acervo de obras relevantes da cultura indígena como cerâmica, cestarias, máscaras ritualísticas, objetos e adornos, com destaque para a arte plumária.
Sobre o assunto o Revista Brasil entrevistou a idealizadora e presidente do Museu de Arte Indígena (MAI), Julianna Podolan. Ela explica que o museu foi desenvolvido a partir de uma coleção de objetos indígenas que começou a adquirir após uma visita a uma aldeia no Mato Grosso do Sul em 1997.
A presidente conta que dentro do museu tem a releitura de uma oca e a proposta do museu é que o visitante seja instigado por todos os sentidos. Julianna Podolan destaca que o visitante sente todo o aroma característico do cerrado e da Amazônia, ouve música indígenas, vê uma projeção de imagens de floresta, senta em banco indígena e em redes. “A ideia é que se o expectador não for captado por aquilo que ele olha, ele será impactado por aquilo que ele sente e percebe”, diz.
A idealizadora fala da importância da cultura indígena, da desconstrução da cultura congelada. “Não é porque o indígena hoje tem um celular, usa um chinelo de dedo, que ele perdeu sua cultura. O homem é o portador da cultura, aonde ele estiver, ele vai continuar sendo indígena”, esclarece.
Sobre o assunto o Revista Brasil entrevistou a idealizadora e presidente do Museu de Arte Indígena (MAI), Julianna Podolan. Ela explica que o museu foi desenvolvido a partir de uma coleção de objetos indígenas que começou a adquirir após uma visita a uma aldeia no Mato Grosso do Sul em 1997.
A presidente conta que dentro do museu tem a releitura de uma oca e a proposta do museu é que o visitante seja instigado por todos os sentidos. Julianna Podolan destaca que o visitante sente todo o aroma característico do cerrado e da Amazônia, ouve música indígenas, vê uma projeção de imagens de floresta, senta em banco indígena e em redes. “A ideia é que se o expectador não for captado por aquilo que ele olha, ele será impactado por aquilo que ele sente e percebe”, diz.
A idealizadora fala da importância da cultura indígena, da desconstrução da cultura congelada. “Não é porque o indígena hoje tem um celular, usa um chinelo de dedo, que ele perdeu sua cultura. O homem é o portador da cultura, aonde ele estiver, ele vai continuar sendo indígena”, esclarece.
EBC Brasil


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